Brado é o que acontece quando ela finalmente encontra o ouvido certo. Uma agência de PR construída para founders Série A/B no Brasil — feita por quem cansou de pagar caro por relatório que não dizia nada.
Brado nasceu de um almoço no fim de 2022 entre três profissionais sêniores de marketing e comunicação. Cada um vinha de uma cadeira de liderança em uma das grandes empresas brasileiras. Cada um pagava retainer alto a alguma agência de PR. Cada um recebia, todo mês, o mesmo PDF de 27 páginas com os mesmos três gráficos de pizza — e a mesma sensação de que aquilo não significava nada.
A frase que ficou daquele almoço veio do segundo dos três: "O problema não é a agência. É o setor inteiro. Eles estão presos num modelo que tem 30 anos, e ninguém teve coragem de rasgar."
Por todo 2023, eles operaram em silêncio. Sem nome, sem site, sem cartão. Atendiam três, depois cinco, depois sete clientes pelo boca a boca. Construíram, por dentro, a agência que sempre quiseram contratar — uma que tratasse jornalista como cliente também, que entregasse em horas o que o mercado entregava em dias, que respondesse no WhatsApp em vez de no relatório do mês seguinte.
Três anos depois, a operação cresceu, profissionalizou e ganhou nome próprio. Brado. A tese permanece a mesma do dia um, agora com método claro, time consolidado e uma frota de tecnologia editorial proprietária que faz o impossível parecer rotina. O que mudou foi a escala. O que ficou foi o desconforto produtivo daquela primeira conversa.
Antes de Brado, os profissionais que hoje operam aqui lideraram comunicação, marketing e relações institucionais em algumas das maiores empresas brasileiras. Esse repertório é o que torna o trabalho da Brado o que é — método, escala e instinto editorial vindos de quem já viveu o problema por dentro.
Trabalhos institucionais e de comunicação realizados pela equipe Brado em cargos anteriores. As marcas acima representam o repertório profissional do time, construído ao longo de mais de duas décadas no mercado brasileiro de comunicação.
Não vendemos releases enviados. Não vendemos horas de assessoria. Não vendemos posts patrocinados. Vendemos três pilares operacionais, e tudo que fazemos serve a eles.
Lemos cada veículo. Conhecemos cada repórter. Sabemos o que vira manchete antes do founder pensar no release. Pitch personalizado, sempre — porque mass mailing é desrespeito com a imprensa e queima a marca do cliente junto.
Resposta em horas, não em dias. Estrategista dedicado. Dashboard ao vivo. Concierge editorial — não call center de release. O founder não tem tempo, e a Brado opera com isso em mente do dia um.
Cada conversa, cada pitch, cada menção rastreada em tempo real. O cliente abre o painel e vê tudo o que está em andamento. PR finalmente saiu da planilha do estagiário.
A operação Brado roda 24 horas, em paralelo, para todos os clientes. Cada estágio combina escala (capacidade automatizada) com qualidade (julgamento editorial humano). Nada sai externamente sem leitura humana.
Monitoramento contínuo de mais de 2.000 fontes brasileiras. Clipping em tempo real. Análise de sentimento em pt-BR. Detecção precoce de crise antes do cliente perceber.
Cruzamento diário de notícias, papers e tendências com o portfólio do cliente. Identificação de gancho antes do release nascer. Pauta proativa, não reativa.
Versões personalizadas por veículo, escritas no idioma editorial de cada publicação. Refinamento pelo Lapidador (anti-IA). Aprovação humana antes do envio. Sempre.
Matching jornalista-pauta. Pitch um a um. Agenda de entrevistas. Mensuração contínua. Dashboard ao vivo do cliente. Relatório mensal narrativo.
"Brado é o som da história quando ela finalmente encontra o ouvido certo."
Cases reais de operação Brado. Identidade dos clientes preservada quando o contrato exige confidencialidade — números, sempre verdadeiros.
Após matéria crítica em veículo nacional, ativação imediata do war room Brado. Mapeamento de jornalistas amplificadores, contraponto factual, reposicionamento da narrativa em redes e mídia. Resultado: 0 amplificações secundárias da matéria original e 4 menções neutras-a-positivas em veículos tier-1 nas 72h seguintes.
Sprint Brado Lançamento de 30 dias para anúncio de rodada de R$ 60mi. Workshop de narrativa com founders, produção de 6 versões customizadas por veículo, gestão de outreach personalizado a 22 jornalistas curados. Cobertura conquistada inclui Brazil Journal, NeoFeed e Pipeline.
Operação contínua de 6 meses para healthtech early-growth. Calendário editorial trimestral, posicionamento do CEO como voz especializada, pauta proativa em ondas de cobertura setorial. Founder convidado a colunista mensal e a 4 podcasts relevantes do setor.
Trabalho de 12 meses de Brado Founder para CEO de scale-up. Construção de voz editorial pessoal, agenda de palco, ghostwriting de LinkedIn, gestão de aparições. Resultado: convite para Roda Viva, coluna mensal em revista nacional e participação em painéis de referência do setor.
É uma postura editorial deliberada, não um acaso. Agência de PR vira refém do brilho dos próprios fundadores — quando o cliente contrata pela cara do dono, ele acha que está pagando pela cara do dono. Brado escolhe ser conhecida pelo trabalho.
Mais de 12 anos liderando comunicação institucional em grupo industrial e agronegócio. Especialista em crise, governança e relação com investidor. Cabeça analítica, paciente — fala pouco, edita demais.
Veio do executivo de marketing em grandes empresas de bens de consumo e moda. Constrói posicionamento de marca em escala, lança produto que vira manchete, lê o consumidor brasileiro como ninguém.
Carreira híbrida entre marketing e tecnologia. Dirigiu áreas de marketing de performance e construiu times técnicos em grandes operações digitais. É a cabeça por trás da frota de agentes editoriais Brado.
Quando a imprensa pergunta nome, a resposta é a mesma: "O trabalho fala. Em entrevistas técnicas e em conversa com cliente, a equipe se apresenta sob NDA — sob marca pública, é Brado."
Newsletter semanal escrita pelos fundadores. Sem release, sem auto-promoção, sem "achismo de mercado". Análise direta de pauta, jornalismo brasileiro, comunicação corporativa e cultura de marca. Para quem decide narrativa.
A diferença entre o release que vira matéria e o que morre na lixeira não é talento. É geometria de pauta. Sobre como o cálculo de relevância funciona dentro de uma redação tier-1.
LER → 8 minEm 2010, anunciar resultado trimestral garantia matéria. Em 2026, é ruído puro. O que substitui — e por que a maior parte das empresas ainda não percebeu.
LER → 6 minA diferença é maior do que parece — e explica por que a maioria dos retainers de PR para startups gera ruído em vez de tração.
LER → 5 minA primeira conversa é um diagnóstico gratuito de 45 minutos. Auditoria express da sua presença atual de mídia, três ângulos concretos para os primeiros 30 dias e zero compromisso depois.