Esta é a operação por dentro. O que monitoramos, como produzimos, como entregamos. Sem mistério, sem jargão, sem caixa preta.
Brado é uma agência de relações públicas para founders Série A/B no Brasil. Nasceu da observação de que o setor inteiro — agências boutique, assessorias internas, freelancers — opera hoje no mesmo modelo arcaico de planilha, mailing duplicado e pitch genérico que funcionava em 2010 e morreu em silêncio.
Ao mesmo tempo, a imprensa profissional brasileira passou por uma reorganização brutal: menos repórteres, mais beats por pessoa, caixa de entrada saturada. O que antes era um gargalo de capacidade virou um filtro de relevância. Quem manda pitch curado, factual e específico ganha espaço — quem manda spam vira marca queimada para sempre.
Brado existe para operar nessa nova realidade. Cliente é founder Série A/B em SP. Concorrente é a inércia do setor. Produto é mídia conquistada com inteligência editorial, não com volume.
O cliente Brado compra três coisas, sempre nessa ordem:
Lemos cada veículo. Conhecemos cada repórter. Sabemos o que vira manchete antes de o founder pensar no release. Cada pitch é construído como matéria, não como spam.
Resposta em horas. Estrategista dedicado. Dashboard ao vivo. Concierge editorial — não call center de release. O founder não tem tempo, e a Brado opera com isso em mente.
Cada conversa, cada pitch, cada menção rastreada. O cliente abre o painel e vê tudo o que está em andamento. PR finalmente saiu da planilha do estagiário.
A vantagem competitiva — a frota de agentes que opera nos bastidores — está a serviço desses três pilares. Nunca o contrário.
O cliente paga R$ 15-40 mil por mês e raramente sabe o que está sendo feito por ele. O jornalista recebe 400 releases por semana e abre 4. A agência mede entrada (releases enviados) em vez de saída (matérias publicadas). Todo mundo sabe que o sistema não funciona, mas ninguém tem incentivo para mudar.
A Brado não foi construída para ser uma agência tradicional mais barata. Foi construída para ser uma nova categoria operacional — uma redação invisível que entrega em 4 horas o que agência tradicional entrega em 4 dias, com precisão que agência tradicional não tem como ter.
Brado opera em quatro estágios encadeados, rodando em paralelo para todos os clientes, 24 horas por dia. Cada estágio combina capacidade automatizada (escala) com julgamento humano (qualidade).
Monitoramento contínuo de mídia, redes, podcasts, papers. Clipping em tempo real. Análise de sentimento. Detecção precoce de crise.
Cruzamento das notícias com o portfólio do cliente. Identificação de gancho antes do release nascer. Análise preditiva do que vai virar manchete.
Redação de versões personalizadas por veículo. Revisão pelo Lapidador (anti-IA). Aprovação humana antes de qualquer envio externo.
Matching jornalista-pauta. Pitch personalizado. Agenda de entrevistas. Mensuração contínua. Relatório vivo para o cliente.
Os quatro estágios são suportados por uma frota de agentes especializados — cada um responsável por uma fatia muito específica do trabalho — orquestrados por estrategistas humanos sêniores. As próximas seções detalham cada estágio.
Brado escuta o ecossistema midiático brasileiro 24 horas por dia, em todos os formatos. Quando algo relevante para um cliente acontece, o sistema sabe — em minutos, não em dias.
Escuta menções da empresa-cliente, do CEO, dos concorrentes e dos termos-chave do setor em todos os formatos: matérias online, redes sociais, podcasts (transcritos), vídeos do YouTube, newsletters profissionais, publicações setoriais. Cobertura de mais de 2.000 fontes brasileiras mapeadas por relevância.
Crawlers próprios + integrações com Brand24, Mention e Talkwalker para cobertura tradicional. Whisper e AssemblyAI para transcrição automática de podcast e vídeo. Pipeline de classificação roda a cada 5 minutos para detectar menção nova. Alerta enviado ao estrategista humano em menos de 10 minutos quando a menção é em veículo tier-1 ou quando o sentimento cai abaixo de limite definido por cliente.
O clipping tradicional — recortar, salvar, classificar — é totalmente automatizado. Cada menção é capturada em formato original (URL, screenshot, transcrição), enriquecida com metadados (veículo, autor, data, tier, alcance estimado) e arquivada em base própria do cliente. Acessível a qualquer momento via dashboard.
URL e arquivo original (PDF de matéria de print quando aplicável) · veículo e tier · autor (vinculado ao banco de jornalistas Brado) · data e hora exatas · contexto do parágrafo (não só o título) · sentimento classificado em escala -1 a +1 · valor equivalente em mídia paga estimado · alcance projetado · vínculo com a campanha ou release de origem (quando aplicável).
Modelos treinados especificamente para português brasileiro — incluindo ironia, sarcasmo regional, jargão de mercado financeiro e tech. Não é "sentimento bom/mau" genérico de SaaS importado: é leitura editorial precisa do tom de cada matéria, classificada como neutra, positiva, crítica ou hostil, com intensidade.
A maioria das ferramentas internacionais classifica matéria brasileira como "negativa" toda vez que aparece a palavra "crise" ou "queda" — mesmo quando o contexto é positivo para o cliente. O modelo Brado evita esse falso positivo, e ainda detecta críticas construtivas que merecem resposta editorial, não defensiva.
Sinal fraco de crise — uma reclamação ganhando tração no X, uma matéria crítica sendo compartilhada por influenciadores, um repórter conhecido fazendo perguntas em off — é detectado antes de virar manchete. Estrategista humano é notificado em menos de 30 minutos. Protocolo de resposta dispara antes do cliente ligar em pânico.
Combinação de velocidade de propagação (curva de menções/hora), peso editorial dos amplificadores envolvidos, sentimento agregado e proximidade temática com o core business do cliente. Score de risco 0–100 atualizado em tempo real, com gatilho de notificação configurável.
Agência tradicional espera o cliente trazer a notícia. Brado vai buscar a notícia antes de o cliente perceber que ela existe. O melhor pitch é aquele que parte de um gancho de mercado real, e o gancho aparece todo dia — basta saber procurar.
Lê diariamente cerca de 50 publicações brasileiras e internacionais relevantes, papers acadêmicos do setor do cliente, perfis curados de LinkedIn, agendas regulatórias, anúncios de concorrentes e movimentações de fundos. Cruza tudo com o contexto narrativo de cada cliente do portfólio Brado e gera, todo dia às 8h, uma lista de 5 a 15 ganchos editoriais classificados por urgência.
"Concorrente X anunciou pivot — abre janela para cliente Y reposicionar narrativa" · "Banco Central publicou novo edital relevante para cliente Z — pauta de 48h sobre impacto" · "Repórter A começou a cobrir IA aplicada a fintech — abre relacionamento para cliente B" · "Setor de healthtech teve 3 rodadas em 30 dias — janela para o cliente C contar sua tese contrarian".
Não basta saber o que está acontecendo agora. Brado prevê o que vai virar pauta nos próximos 30, 60 e 90 dias com base em padrões históricos: quando o assunto X aparece em N publicações simultaneamente em Y dias, ele se torna manchete em quanto tempo. Isso permite preparar narrativa do cliente antes da pauta esquentar.
Frequência de termos em redes profissionais (LinkedIn, Substack BR) · agenda regulatória explícita (CVM, Banco Central, Anatel, Anvisa) · calendário editorial conhecido dos veículos tier-1 · ciclos sazonais comprovados (capa de "tendências do ano", anuários, rankings) · ciclos macro globais com defasagem brasileira de 60-90 dias.
Cada gancho identificado é cruzado com o portfólio Brado por embedding semântico. Não basta dizer "fintech" — o sistema entende qual fintech do portfólio tem ângulo legítimo para aquela pauta, considerando estágio, tese, dado disponível e narrativa em construção. Resultado: oferta concreta para o estrategista humano avaliar.
Lista priorizada por cliente, com ângulo sugerido, citação possível do founder, dado de apoio e veículos onde o pitch teria maior chance. O estrategista humano valida em 15 minutos o que demoraria horas para identificar manualmente.
Aqui mora a maior diferenciação técnica da Brado: a Guilda de Veículos. Cada publicação prioritária tem sua própria skill especializada — treinada no corpus daquela publicação, ciente do estilo do editor-chefe, do tom da editoria, das palavras banidas e dos ângulos que funcionam.
Para cada release de cliente, a Guilda gera múltiplas versões simultaneamente — uma por veículo prioritário, escrita no idioma editorial daquela publicação. O estrategista revisa as versões, aprova as melhores, e cada uma sai personalizada. Não é "um release com 8 cópias" — são 8 textos distintos, cada um pensado para conquistar aquele jornalista específico.
Voz editorial (cadência, ritmo, registro) · tabus de palavras (cada veículo tem 50-100 termos banidos por estilo) · estrutura preferida (lead curto vs longo, posição da citação, uso de subtítulos) · ângulos que vendem (o que faz o editor-chefe levantar a mão) · calendário do veículo (cadernos especiais, repórteres em férias, períodos de menos espaço).
Brado começa com 9 skills treinadas para os veículos tier-1 onde o ICP Série A/B mais aparece. Próxima safra adiciona Tier 2 e podcasts.
Insider de mercado, foco em bastidor, contraintuitivo, "primeira vez". Lead conta a história, não o anúncio.
Deal duro, número, exit, escala. Reportagem aprofundada, sempre com dado quantitativo no topo.
M&A, IPO, follow-on, sinal de mercado. Foco no investidor; estrutura factual, sem floreio.
Tradicional jornalístico. Resultado, governança, estratégia grande. Linguagem institucional.
Reportagem + perfil. Capa exige sequência longa. Mistura número e narrativa pessoal.
Ângulo de investidor. Cadência alta, formato curto, sempre com impacto em ativo ou setor.
Comparativo LatAm, ângulo regional, estilo internacional traduzido. Sempre olha para o vizinho.
Tech consumidor, "como funciona", didático sem ser leigo. Aceita explicação técnica curta.
Tech com tradução acessível. Mistura jornalismo clássico com vocabulário digital. Exigente em fonte.
Para ilustrar: imagine que uma fintech captou R$ 60 milhões em Série B. O fato é o mesmo. O que muda é a forma — o ângulo, o lead, o vocabulário, o que está antes da vírgula.
Cada versão é gerada em paralelo, refinada pelo Lapidador, revisada por humano e enviada apenas para os jornalistas certos daquele veículo, com pitch personalizado individual. Nenhum jornalista recebe duas versões.
O jornalista brasileiro detesta — com razão — receber pitch com cara de IA. Brado existe para resolver isso. Cada texto produzido pela Guilda passa por uma camada dedicada de humanização antes de sair.
Nada — absolutamente nada — sai do Brado para um jornalista sem que um humano tenha lido por inteiro, editado e aprovado.
Esse é o contrato implícito da Brado com a imprensa brasileira. Quebrá-lo uma vez é queimar a marca para sempre. Por isso o Lapidador existe: ele é o último passo antes de qualquer leitura humana.
Lapidador é o agente mais importante do sistema. Função única: tirar qualquer cara de máquina do texto. Roda em todo conteúdo produzido pela Guilda, antes da revisão humana, garantindo que o estrategista já receba algo legível. Roda novamente após a revisão humana, como segunda passagem.
Cada texto, antes de chegar ao estrategista, é submetido a três detectores de IA — GPTZero, Originality.ai e Copyleaks. A meta é score abaixo de 15% de probabilidade de IA em todos os três. Quando o texto não passa, ele volta para a Guilda com instrução específica de reescrita. O ciclo se repete até a aprovação automática.
Quando há corpus disponível do founder (transcrições de entrevista em vídeo, posts de LinkedIn, podcasts), o Lapidador também colore o texto com maneirismos pessoais — expressões que aquele founder usa, ritmo de fala dele, opiniões características. O resultado tem digital editorial humano e digital de identidade pessoal — duas camadas, uma operação.
Quando a versão final está pronta, começa o trabalho de chegar à pessoa certa, na hora certa, com o ângulo certo. Mass mailing está banido na Brado. Cada jornalista recebe um pitch escrito para ele.
Para cada release pronto, o Matcher recomenda os 8 a 15 jornalistas certos para receber o pitch. Não é "o mailing inteiro". É curadoria baseada em banco proprietário de jornalistas brasileiros — alimentado e atualizado continuamente — que considera beat coberto, últimas matérias publicadas, frequência de publicação, estilo de escrita e histórico de respostas anteriores ao próprio Brado.
Embedding semântico do release × embedding agregado das últimas 20 matérias do jornalista · score de "likelihood to bite" baseado em interações históricas · disponibilidade do jornalista (não está em férias, não acabou de cobrir tema parecido) · janela de envio ideal por canal preferido daquele profissional.
Para cada jornalista da lista, o agente Conexão escreve o pitch individual. Lê as 5 últimas matérias daquele profissional, identifica o que ele costuma cobrir e como, e adapta o ângulo para conversar diretamente com ele. Resultado: e-mail curto, factual, com cumprimento personalizado e oferta clara. Máximo 5 frases no corpo.
Assunto: gancho de uma linha (não título de release) · cumprimento com referência genuína a matéria recente do jornalista · ângulo em 2 frases · oferta clara em 1 frase (entrevista exclusiva, dado embargado, acesso ao founder) · link para mais info ou link para agenda direta. Sem assinatura corporativa pesada. Sem PS desnecessário.
Quando o jornalista responde positivo, o agente Agenda assume a coordenação. Oferece 3 horários do founder integrados ao calendário, monta dossiê de preparação para o founder em 1 página (quem é o jornalista, últimas matérias, tom esperado, perguntas prováveis, talking points), confirma a reunião, envia lembretes e, depois da entrevista, gera resumo automático do que foi conversado.
O founder do cliente recebe convite no calendário, dossiê em PDF 24h antes, lembrete 2h antes. Pós-entrevista, recebe resumo do encontro com data prevista de publicação (quando o jornalista informa). Tudo registrado no dashboard, sem precisar abrir e-mail.
A vantagem competitiva de longo prazo. Cada jornalista da imprensa brasileira tem ficha viva no Brado: veículo atual e histórico, beats cobertos, estilo (3 tags), última matéria, frequência, hora típica de publicação, canal preferido (e-mail, LinkedIn, WhatsApp, X DM), histórico de interação com Brado (cada pitch enviado, aceito, rejeitado, resposta), notas qualitativas dos estrategistas, score interno de "likelihood to bite" atualizado por modelo. Quanto mais Brado opera, melhor fica.
Atualização diária via fontes públicas (RSS, sites de veículos, perfis públicos de LinkedIn). Revisão manual mensal. Nunca scraping de e-mail privado sem consentimento. Sempre opt-out fácil: jornalista que pediu para sair fica fora para sempre, em todos os clientes. Banco não é vendido, não é exportado, não é compartilhado.
A maior dor do cliente de PR tradicional é não saber o que está acontecendo. Brado resolve isso com transparência radical: o cliente tem dashboard ao vivo, e cada métrica que importa está lá, sem caixa preta.
Calcula em tempo real todas as métricas que importam para o cliente: share of voice contra concorrentes nominalmente listados, valor equivalente em mídia paga, alcance estimado, sentimento agregado da semana, ranking de veículos onde apareceu, comparativo histórico, evolução de jornalistas relacionados. Tudo atualizado em janelas de 15 minutos.
O dashboard substitui o relatório mensal de PowerPoint que ninguém abria. Quando o founder quer saber, abre. Quando o investidor pergunta no board, tem evidência ao vivo. Quando algo merece atenção, o sistema avisa antes do cliente perceber.
No dia 5 de cada mês, Brado entrega ao cliente um relatório editorial de 8 páginas — não uma planilha de KPIs, mas uma narrativa do mês: o que aconteceu, o que conquistamos, o que aprendemos, o que vem a seguir. Escrito pelo agente Mensurador, revisado e finalizado pelo estrategista humano.
Quando todos os agentes operam juntos, a Brado entrega em horas o que agência tradicional entrega em dias. Não porque corta etapas — porque executa as mesmas etapas em paralelo, com revisão humana focada onde realmente importa.
| Etapa | Agência tradicional | Brado |
|---|---|---|
| Identificar gancho de pauta | Reativo — espera cliente trazer | Diário, proativo (Curador) · 15 min de validação humana |
| Briefing com founder | Reunião de 1h marcada na semana | Telefonema ou áudio de 15-30 min, no mesmo dia |
| Redação do release | 2-3 dias de redator + revisor | 20 min para 6-8 versões em paralelo (Guilda) |
| Refinamento anti-IA | Não existe | 10 min (Lapidador) · validação automática |
| Edição final humana | Mesma redatora reescreve | 60 min de estrategista sênior focado em ângulo |
| Aprovação do founder | Vai e volta por dias | Versão única no formato pedido · aprovação em horas |
| Lista de jornalistas | Mailing antigo, blanket | 5 min curadoria + 15 min validação humana (Matcher) |
| Pitch personalizado | Mesmo texto para todos | 20 min para todos os pitches únicos (Conexão) |
| Revisão de cada pitch | Não existe | 45 min de estrategista lê 100% antes do envio |
| Envio + monitoramento | Dispara, espera, esquece | Envio em janelas otimizadas · monitor 24/7 (Agenda + Monitor) |
| TOTAL | 2 a 4 dias | 4 a 8 horas |
"A IA é o motor. O jornalismo é o produto. O cliente compra inteligência, atendimento e organização — não compra IA."
Em mercado dominado por agência que promete tudo e não entrega nada, ter clareza sobre o que NÃO se faz é tão importante quanto ter clareza sobre o que se faz.
Princípio sagrado. Toda peça que chega ao jornalista foi lida por inteiro por um estrategista sênior. Sem exceção, mesmo em volume.
Cada pitch é personalizado. Quando o agente não encontra ângulo para um jornalista específico, o release não é enviado para ele. Volume sem relevância destrói marca.
Quem garante imprensa, mente. Brado garante processo, não resultado: número mínimo de pitches qualificados, monitoramento, mensuração. O resto é ofício jornalístico.
Jornalista que pede opt-out sai do banco para sempre, em todos os clientes. Relacionamento com a imprensa é ativo de longo prazo, não capital de curto.
Cliente A nunca aparece em pitch de cliente B. Estrategistas têm acesso compartimentado. Confidencialidade é regra, não promessa.
Este documento existe. Cliente que perguntar como funciona recebe resposta clara. Investidor que pedir auditoria técnica recebe acesso. Caixa preta é coisa do mercado antigo.
Toda a metodologia descrita aqui já existe em produção. Não é roadmap. É operação real, atendendo founders Série A/B em São Paulo, todos os dias, com transparência radical e velocidade que o setor não sabia que era possível.
O mercado de PR brasileiro vai se reorganizar nos próximos 36 meses. Ou Brado vira a categoria — ou alguém vai virar. Apostamos que somos nós.